12 de mai de 2010

CANCER E SEXO ORAL SERA

10/05/2010 - 17:24hs

Estudo diz que sexo oral pode causar câncer Um estudo publicado no Reino Unido concluiu que a prática de sexo oral em mais de quatro pessoas ao longo da vida aumenta as chances de se desenvolver câncer na boca.A origem da doença está ligada ao vírus HPV, que é transmitido por contato sexual. As lesões podem atingir a base da língua, amídalas e até partes do pescoço.A pesquisa foi feita com 10 mil pessoas. Quem se enquadra no perfil de maior risco deve fazer exames com um médico especializado para que possa ser identificado, no início, o desenvolvimento de algum tumor.

Glossario do mundo GAY...pra quem nao sabe...

Bissexual Indivíduo amorosamente, fisicamente e espiritualmente atraído tanto por homens quanto por mulheres.
Gay Termo usualmente empregado para descrever homens atraídos amorosamente, fisicamente e espiritualmente por outros homens. O termo também pode ser usado num sentido coletivo.
Genero Classificação de pessoas como homens ou mulheres, baseado em características corporais, incluindo: cromossomos, hormônios, órgãos reprodutivos internos e genitais.
Heterossexual Indivíduo amorosamente, fisicamente e espiritualmente atraído por pessoas do sexo oposto.
Homossexual Termo utilizado para descrever gays e lésbicas, indistintamente.
Lésbica Mulher que é atraída amorosamente, fisicamente e espiritualmente por outras mulheres.
Orientação sexual Termo mais adequado para referir-se à atração física, emocional e espiritual para pessoas do mesmo sexo ou do sexo oposto, incluindo, portanto, a homossexualidade, a heterossexualidade e a bissexualidade.
Transexual Indivíduo que tem convicção de pertencer ao sexo oposto, o que pressupõe desejar suas características fisiológicas, muitas vezes obtendo-as por meio de tratamento e cirurgia. Um transexual é aquele cujo sexo biológico não confere com sua identidade de gênero, isto é, o senso pessoal que o indivíduo possui de ser homem ou mulher. Transexuais podem ser heterossexuais ou homossexuais.
Transgênero Termo genérico utilizado para designar indivíduos que agem social e particularmente como pertencentes ao sexo oposto. Pode ser empregado tanto para transexuais quanto para travestis.
Transgenitalização Processo cirúrgico de readequação genital ao gênero com o qual a pessoa se identifica.
Travesti Homossexual que se veste e se comporta social e mesmo particularmente como se pertencesse ao sexo oposto e que pode complementar esse comportamento com alterações corporais alcançadas por meio de terapias hormonais, cirurgias plásticas, etc. A diferença entre transexual e travesti está na identidade do gênero. O transexual está convicto de pertencer ao sexo oposto e procura harmonizar corpo, sexo e identidade. Já o travesti, apesar de se comportar como pertencente àquele sexo, não apresenta problema semelhante na construção de sua identidade, aceita o sexo biológico apesar das alterações corporais que promove em si.
Grupo auxilia pais que descobrem a homossexualidade dos filhos.
Criado pela professora universitária Edith Modesto, o Grupo de Pais de Homossexuais se reúne aos domingos em São Paulo.


Pode começar com uma dura conversa. Às vezes, nem isso: pura desconfiança.
Um peso sustentado nos ombros de um jovem ou uma jovem que ainda não sabe qual será a reação da família ao ouvir a frase: "Sou gay". Não foram poucas, e nem são de agora, as mensagens que a equipe do Profissão Repórter recebe de adolescentes queixando-se da falta de sensibilidade dos pais para aceitarem a orientação sexual.
Do outro lado - o de quem ouve a revelação -, está quase sempre um frágil invólucro de compreensão, que se rompe e deixa à mostra os questionamentos: "Por quê?", "E o genro com que sonhei?", "Nunca terei uma nora?", "Netos?"
A professora universitária Edith Modesto, entrevistada pela repórter
Mariane Salerno no programa da terça-feira, 11, passou pelas mesmas dúvidas. Ela conta que levou 5 anos para aceitar que Marcelo, caçula de sete filhos, é gay. Hoje, ajuda outros pais a lidar com as mesmas dificuldades.
O GPH,
Grupo de Pais de Homossexuais, fundado por Edith há mais de 10 anos, reúne-se aos domingos em São Paulo para trocar informações e experiências entre familiares que descobrem ou desconfiam que um filho ou filha seja gay. Envergonhada com a situação por que passava quando ouviu do caçula que era homossexual, a professora começou a pesquisar sobre diversidade sexual, até decidir que deveria ajudar outras pessoas que viviam - e ainda vivem - o mesmo drama.
Ajuda
A privacidade dos frequentadores do GPH é tão grande que as câmeras do Profissão Repórter não tiveram acesso às reuniões. Num domingo, Mariane foi sozinha a um dos encontros para compreender o que se passava na realidade daquelas mães aflitas. Uma delas, que participava pela primeira vez do grupo, só chorava.
Na página do GPH na internet, logo no início, já vem a mensagem: "Se você sabe ou desconfia que seu filho/a é homossexual, venha trocar ideias conosco". Para fazer contato com Edith e participar das reuniões da organização,
acesse o site ou ligue para (11) 3031-2106.
Auxílio para jovens
O GPH também ajuda os jovens confusos com as mudanças que estão experimentando. Através do Projeto Purpurina, os próprios adolescentes trocam experiências e discutem temas relacionados à diversidade sexual. O objetivo do programa é, segundo o GPH, trabalhar a auto-estima do jovem homossexual. Mais informações podem ser obtidas também no
site do grupo.