12 de mai. de 2010
CANCER E SEXO ORAL SERA
Estudo diz que sexo oral pode causar câncer Um estudo publicado no Reino Unido concluiu que a prática de sexo oral em mais de quatro pessoas ao longo da vida aumenta as chances de se desenvolver câncer na boca.A origem da doença está ligada ao vírus HPV, que é transmitido por contato sexual. As lesões podem atingir a base da língua, amídalas e até partes do pescoço.A pesquisa foi feita com 10 mil pessoas. Quem se enquadra no perfil de maior risco deve fazer exames com um médico especializado para que possa ser identificado, no início, o desenvolvimento de algum tumor.
Glossario do mundo GAY...pra quem nao sabe...
Gay Termo usualmente empregado para descrever homens atraídos amorosamente, fisicamente e espiritualmente por outros homens. O termo também pode ser usado num sentido coletivo.
Genero Classificação de pessoas como homens ou mulheres, baseado em características corporais, incluindo: cromossomos, hormônios, órgãos reprodutivos internos e genitais.
Heterossexual Indivíduo amorosamente, fisicamente e espiritualmente atraído por pessoas do sexo oposto.
Homossexual Termo utilizado para descrever gays e lésbicas, indistintamente.
Lésbica Mulher que é atraída amorosamente, fisicamente e espiritualmente por outras mulheres.
Orientação sexual Termo mais adequado para referir-se à atração física, emocional e espiritual para pessoas do mesmo sexo ou do sexo oposto, incluindo, portanto, a homossexualidade, a heterossexualidade e a bissexualidade.
Transexual Indivíduo que tem convicção de pertencer ao sexo oposto, o que pressupõe desejar suas características fisiológicas, muitas vezes obtendo-as por meio de tratamento e cirurgia. Um transexual é aquele cujo sexo biológico não confere com sua identidade de gênero, isto é, o senso pessoal que o indivíduo possui de ser homem ou mulher. Transexuais podem ser heterossexuais ou homossexuais.
Transgênero Termo genérico utilizado para designar indivíduos que agem social e particularmente como pertencentes ao sexo oposto. Pode ser empregado tanto para transexuais quanto para travestis.
Transgenitalização Processo cirúrgico de readequação genital ao gênero com o qual a pessoa se identifica.
Travesti Homossexual que se veste e se comporta social e mesmo particularmente como se pertencesse ao sexo oposto e que pode complementar esse comportamento com alterações corporais alcançadas por meio de terapias hormonais, cirurgias plásticas, etc. A diferença entre transexual e travesti está na identidade do gênero. O transexual está convicto de pertencer ao sexo oposto e procura harmonizar corpo, sexo e identidade. Já o travesti, apesar de se comportar como pertencente àquele sexo, não apresenta problema semelhante na construção de sua identidade, aceita o sexo biológico apesar das alterações corporais que promove em si.
Criado pela professora universitária Edith Modesto, o Grupo de Pais de Homossexuais se reúne aos domingos em São Paulo.
Pode começar com uma dura conversa. Às vezes, nem isso: pura desconfiança.
Um peso sustentado nos ombros de um jovem ou uma jovem que ainda não sabe qual será a reação da família ao ouvir a frase: "Sou gay". Não foram poucas, e nem são de agora, as mensagens que a equipe do Profissão Repórter recebe de adolescentes queixando-se da falta de sensibilidade dos pais para aceitarem a orientação sexual.
Do outro lado - o de quem ouve a revelação -, está quase sempre um frágil invólucro de compreensão, que se rompe e deixa à mostra os questionamentos: "Por quê?", "E o genro com que sonhei?", "Nunca terei uma nora?", "Netos?"
A professora universitária Edith Modesto, entrevistada pela repórter Mariane Salerno no programa da terça-feira, 11, passou pelas mesmas dúvidas. Ela conta que levou 5 anos para aceitar que Marcelo, caçula de sete filhos, é gay. Hoje, ajuda outros pais a lidar com as mesmas dificuldades.
O GPH, Grupo de Pais de Homossexuais, fundado por Edith há mais de 10 anos, reúne-se aos domingos em São Paulo para trocar informações e experiências entre familiares que descobrem ou desconfiam que um filho ou filha seja gay. Envergonhada com a situação por que passava quando ouviu do caçula que era homossexual, a professora começou a pesquisar sobre diversidade sexual, até decidir que deveria ajudar outras pessoas que viviam - e ainda vivem - o mesmo drama.
Ajuda
A privacidade dos frequentadores do GPH é tão grande que as câmeras do Profissão Repórter não tiveram acesso às reuniões. Num domingo, Mariane foi sozinha a um dos encontros para compreender o que se passava na realidade daquelas mães aflitas. Uma delas, que participava pela primeira vez do grupo, só chorava.
Na página do GPH na internet, logo no início, já vem a mensagem: "Se você sabe ou desconfia que seu filho/a é homossexual, venha trocar ideias conosco". Para fazer contato com Edith e participar das reuniões da organização, acesse o site ou ligue para (11) 3031-2106.
Auxílio para jovens
O GPH também ajuda os jovens confusos com as mudanças que estão experimentando. Através do Projeto Purpurina, os próprios adolescentes trocam experiências e discutem temas relacionados à diversidade sexual. O objetivo do programa é, segundo o GPH, trabalhar a auto-estima do jovem homossexual. Mais informações podem ser obtidas também no site do grupo.
21 de ago. de 2009
20 de ago. de 2009
Essa é uma situação que gera muita ansiedade e nervosismo, ainda mais por ser um tipo de relação ainda cercada de preconceitos, mistérios e tabus. Por isso vão aqui algumas “dicas” para aquelas que tiveram a coragem de assumir seu desejo por mulheres e decidiram ter a sua primeira vez com garotas:
Não apresse as coisas: deixe tudo fluir naturalmente, para acontecer quando vocês se sentirem confortáveis. Aproveite o período de “ficadas”, antes da transa em si, para conhecer a outra e se deixar conhecer, experimentando sensações, toques, beijos etc. Isto gera confiança e cumplicidade, muito importantes na primeira vez, além de deixar o tesão nas alturas. Tudo!
Caso já tenha transado com homens, lembre-se: é tudo completamente diferente. Muitas mulheres têm relações heterossexuais antes de se relacionarem com mulheres, o que é comum e natural. Mas uma relação entre duas mulheres é completamente diferente de uma relação entre um homem e uma mulher. Abra-se para novas sensações, posições, toques, acessórios e vários outros tipos de prazer e orgasmos. Muitas vezes pode ser mais terno e carinhoso, mas pode ser também absolutamente selvagem. Quebre seus esteriótipos e prepare-se!
Tem coisas que a gente parece já nascer sabendo. Sim, é verdade, ficamos bem inseguras na primeira vez que vamos fazer algumas coisas... Mas a dica é: relaxe e siga seus instintos, você vai se surpreender e perceber que parece que nascemos sabendo fazer certas coisas... Preste atenção nas reações da sua parceira e, caso as duas curtam e tenham liberdade para isso, peça pra ela te ajudar falando do que gosta, o que deseja, etc. No início, o diálogo pode ser importante e ajudar a dar segurança. E o melhor de tudo isso: a prática leva à perfeição.
Conheça-se. Pode parecer clichê, mas não adianta, é fato: conhecendo nosso corpo conhecemos melhor as formas de dar e obter prazer com ele. Parece-me meio lógico, não?
A primeira vez é inesquecível, mas na maioria das vezes não é a melhor. Na primeira vez o nervosismo, a ansiedade e a inexperiência podem atrapalhar um pouco. Por isso, se a primeira vez não for tudo de bom, não se cobre e relaxe. Acredite, com o tempo e a prática tudo fica absolutamente delicioso.
Não leve muito a sério dicas de primeira vez, a não ser esta: relaxe e goze. Todas estas dicas podem ajudar, mas o básico é o seguinte: em termos de sexo, cada casal e cada uma sabem do que gosta e como gosta. O importante é permitir-se e deixar fluir, o que pra muitas é o mais difícil, por conta das expectativas, travas e crenças que temos. Mas quando relaxamos e nos permitimos sentir prazer, tudo vem naturalmente.
Então, caso tenha decidido permitir-se e “testar” sua homossexualidade (ou bissexualidade), fique tranqüila e aproveite. Pode ser que você perceba que não é a sua, que foi só um momento. Ou pode ser que você descubra um mundo novo, cheio de maravilhas, que te realiza e faz feliz. Neste caso, bem... seja bem-vinda ao clube!
| Dia da Visibilidade Lésbica em todo o Brasil | ||||||||||||||||
| Confira a programação que grupos prepararam para a data em várias cidades do país | ||||||||||||||||
| Por Redação | ||||||||||||||||
| Publicado em 26/8/2008 às 14:34 | ||||||||||||||||
Nesta semana, diversos grupos em todo o país prepararam uma programação especial para marcar o Dia da Visibilidade Lésbica, celebrado em 29 de agosto. Confira a programação completa no site www.coturnodevenus.org.br. | ||||||||||||||||





